quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
3o. Fórum Internacional Criança e Consumo - 16 a 18 de março de 2010
O Fórum Internacional Criança e Consumo chega à terceira edição. Desde 2006, quando o evento foi realizado pela primeira vez, os impactos negativos da mercantilização da infância têm sido discutidos.
Neste ano, o debate propõe uma reflexão mais ampla de como a violação dos direitos da criança e o hiperconsumismo desencadeiam problemas ambientais, econômicos e sociais. Também será contemplada a diminuição das brincadeiras criativas, essenciais ao desenvolvimento humano.
Assim, o 3º Fórum realizará três mesas de debate – Honrar a Infância, Refletir o Consumo e Brincar – com profissionais e pesquisadores de diversas áreas.
Veja mais em http://www.forumcec.org.br/
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Em vez de dia mundial sem carro, dia nacional por um transporte público eficiente
Apesar disso, não vejo esse acontecimento como um insucesso da manifestação. Pelo contrário, vejo como uma oportunidade para pensarmos sobre o que significa este movimento para nós, paulistanos, cariocas, enfim, brasileiros de grandes centros.
Como já escrevi em post anterior, a nossa questão - o que se reforça com os fatos do dia de hoje - me parece que é outra, prévia e fundamental: o transporte público nas grandes cidades. Se é difícil convencer alguém a deixar o conforto do veículo particular, quem dirá convencê-lo disso para utilizar um transporte público precário?
É claro que o movimento no Brasil acaba esbarrando na questão do transporte público e expõe as deficiências do serviço. Contudo, quando a estratégia é deixar o carro em casa - ainda que por um dia - parece-me que isso só tende a reforçar a conclusão de que o jeito é continuar andando de carro, já que, sem ele, a cidade torna-se mais intransitável ainda.
Encontrar apoio num movimento mundial, de certa forma, avaliza e torna legítima a manifestação. Mas, diante das particularidades das nossas questões, fica a pergunta: por que não organizar a sociedade civil brasileira em torno de um movimento próprio, nacional, com sua razão de ser própria?
O dia mundial sem carro nasceu na França, com o objetivo de conscientizar as pessoas do uso indiscriminado do veículo particular. Não é o nosso caso aqui, pelo menos não para a maioria dos motoristas, que não se lançam no trânsito caótico das grandes cidades para ver o seu dinheiro literalmente virar fumaça porque gostam ou querem ou estão acostumados com isso. Para a maioria das pessoas, o carro não é usado para comprar pão na esquina ou ir ao cabeleireiro, mas porque se tornou indispensável para chegar à escola, ao trabalho, ao supermercado, pois não há outra forma de se transitar na cidade.
Outras questões, como a ausência de planejamento urbano, de políticas públicas de desenvolvimento que sejam capazes de ordenar o fluxo de pessoas na cidade, evitando grandes deslocamentos entre a moradia e o local de trabalho também são aspectos que terão de ser enfrentados. O transporte público é apenas o primeiro problema da lista (mas não o único).
A capacidade e a vontade de se organizar, como hoje se confirmou mais uma vez, a sociedade tem. Razões para se manifestar em favor da melhoria do trânsito, também tem - e de sobra!
Então, talvez, na minha humilde opinião, só falte rever as suas estratégias. Vejamos em 2010...
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Consumo & Sustentabilidade na TVA
Assistam e façam suas críticas e comentários!
terça-feira, 26 de maio de 2009
Inauguração da biblioteca sobre meio ambiente no Parque da Aclimação
Nova biblioteca temática é dedicada ao meio ambiente.
No sábado (30), São Paulo terá uma nova biblioteca com acervo temático.
A partir das 10h30, a Biblioteca Raul Bopp (R. Muniz de Sousa, 1.155), no Parque da Aclimação, virá oficialmente temática em meio ambiente.
Uma sala ganhará ambientação especial e terá estantes com acervo de cerca de mil itens entre livros, periódicos e vídeos.
Durante a inauguração, haverá uma Dança pela paz logo após a cerimônia oficial e uma oficina para sensibilização a questões envolvendo o meio ambiente, às 14h.
Além disso, um bloco de gelo, de 5m X 1,8m, será colocado no parque para mostrar o que está ocorrendo com as geleiras da Antártida por causa do aquecimento global.
Fonte: www.vilamariana.com.br
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Lançamento da Cortez Editora, dia 24 de maio, 16h, no Teatro Bricante: Flávio Paiva, "Eu era assim - Infância, cultura e consumismo"
O evento ocorre em São Paulo no dia 24 de maio de 2009, às 16h, no Teatro Brincante, na Rua Purpurina, 428, Vila Madalena.

O jornalista e escritor Flávio Paiva faz 50 anos e comemora com o lançamento de um livro que trata da tragédia do consumismo na infância, de experiências pedagógicas empíricas, da força invisível da cultura, do lúdico como a liga da contação de histórias entre adultos e crianças e da urgência do brincar.
Na crise do padrão civilizatório que atinge o meio ambiente e as relações humanas a infância é a parte mais sacrificada. Em muitos países do mundo, inclusive no Brasil, estão sendo tomadas medidas de proteção à criança diante de um modelo que entrou em exaustão pelos desequilíbrios resultantes de suas próprias inconseqüências.
Os males e as soluções para esse grave problema do mundo contemporâneo estão reunidos no livro “Eu era assim – Infância, Cultura e Consumismo”, que o jornalista e escritor Flávio Paiva lança em Fortaleza neste sábado, dia 28 de março, no Centro de Referência à Infância – Incere. O livro é para adultos, mas vai ter show para crianças , com a Banda Dona Zefinha cantando músicas dos livros Flor de Maravilha e A Festa do Saci, de Flávio Paiva.
Em “Eu era assim – Infância, Cultura e Consumismo” Flávio Paiva revela que a única certeza absoluta com a qual a sociedade contemporânea se depara é a de que não há mais espaços para saberes e conhecimentos absolutos . A transdisciplinaridade é uma das características do tempo, dos olhares, das identidades e da comunicação em um mundo que se redescobre na sua própria crise de significados.
A construção da realidade cotidiana desorganiza a lógica do discurso linear e do olhar bem comportado sobre uma educação que não está mais somente na responsabilidade da família, da escola e da igreja , mas também dos meios de comunicação de massa e das redes sociais físicas e virtuais.
As perspectivas de sociabilidade e de sustentabilidade apontam para uma reeducação do múltiplo com o múltiplo e pelo múltiplo , que passa pelo fortalecimento da cultura, da cidadania, da importância da reconsideração da natureza e, sobretudo, pelo respeito à infância.
Em seu livro, Flávio Paiva presenteia o leitor com diálogos praticados na interdependência das disciplinas , nas interfaces das ciências humanas e sociais e no que seria uma proposta educativa do jornalismo, tendo como elementos de catálise o drama social vivido pela infância, diante da homogeneização cultural e do fenômeno do consumismo.
Em seus escritos, o autor, com curiosa estranheza e largado senso de participação, faz o cruzamento desses temas, pelos campos da educação, da literatura, do direito, da filosofia, da psicologia, da neurociência, da sociologia e da comunicação social , em falas cheias de expectativas e de crença na vitória da ética humana.
Do mesmo modo que as circunstâncias atuais fizeram desaparecer os absolutos, nas páginas de Eu Era Assim o único ponto conclusivo é o que coloca o processo como produto da discussão de idéias, opiniões e de conceitos.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Consumo sustentável: um paralelo entre o direito do consumidor e o direito ambiental
Acontece e 08/05/2009, às 9.30h no Plenário dos Conselheiros da OAB/SP (Praça da Sé n. 385, 2.º andar, Centro), a palestra "Consumo sustentável: um paralelo entre o direito do consumidor e o direito ambiental".
EXPOSITORA: Profa. DRA. PATRÍCIA FAGA IGLECIAS LEMOS, advogada, professora doutora do Departamento de Direito Civil da FADUSP, professora nos cursos de graduação e pós-graduação da FMU.
PRESIDENTE DA MESA: DR. ALEKSANDER MENDES ZAKIMI, advogado, presidente da Comissão de Apoio ao Advogado Professor e Coordenador da Comissão do Jovem Advogado da OAB SP – Coordenadoria de Processo Civil, professor do curso de Direito da FMU.
DEBATEDORES: DRA. ISABEL ALVES DOS SANTOS ORTEGA e DR. ALCINDO DE SORDI, membros da Coordenadoria de Processo Civil da Comissão do Jovem Advogado da OAB SP.
As inscrições podem ser feitas no site da própria OAB (www.oabsp.org.br), e a participação é permitida mediante doação de uma lata ou pacote de leite integral de 400g, entregue no ato da inscrição.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
I Jornada sobre mudanças climáticas e consumo sustentável
O ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade realizará de 18 a 20 de maio em Brasília a I Jornada Brasileira sobre Mudanças Climáticas e Consumo Sustentável.A jornada servirá para discutir e divulgar políticas públicas e suas relações com mudanças climáticas, consumo consciente e construção sustentável. A jornada incluirá o encontro nacional Políticas Públicas pelo Clima: Rumo a Copenhague (dia 18/5) e o seminário internacional Construções Sustentáveis para uma Nova Economia (19/5), além de oficinas temáticas (20/5).
Fonte: http://www.jornadaiclei.org/
quinta-feira, 30 de abril de 2009
sábado, 14 de junho de 2008
IV Encontro Nacional de Estudos do Consumo - chamada para apresentação de trabalhos
IV ENEC - Encontro Nacional de Estudos do Consumo
Novos Rumos da Sociedade de Consumo?
24, 25 e 26 de setembro de 2008
Auditório BNDES (Av. Chile, 100/Subsolo)Centro - Rio de Janeiro/RJ
CHAMADA PARA TRABALHOS 2008
APRESENTAÇÃO
O IV ENEC tem como proposta discutir como certas transformações das sociedades contemporâneas estão relacionadas ao consumo, e como isto nos leva a repensar muitas das características tradicionalmente atribuídas à sociedade de consumo, como individualismo, insaciabilidade e superficialidade. Atualmente, o consumo vem deixando de ser visto apenas como forma de reprodução e mediação das estruturas sociais reinantes, e de busca por identidade e status, para tornar-se também, cada vez mais, um instrumento e uma estratégia de ação política, incorporando valores como solidariedade e responsabilidade socioambiental.Novas ideologias, movimentos e estratégias sociais voltadas para um consumo responsável, consciente, ético ou sustentável - tais como indicação geográfica, comércio justo, economia solidária e slow food - têm valorizado características como territorialidade, cuidados com o meio ambiente, ou sistemas de produção "tradicionais". Estas características adicionam valor aos produtos e se configuram como materialização das transformações em curso. Considerando tais reconfigurações, verifica-se que o consumo levanta uma nova gama de questões polêmicas que demandam teorização, tais como privatização da política, politização do consumo, mercantilização das relações de produção, percepção de risco, sistemas de certificação e confiança. Assim, a principal questão deste IV ENEC é: o consumo, acusado por muitos como principal responsável pelas atuais condições de anomia, individualidade e despolitização das sociedades, poderá ser, ele mesmo, a solução para os problemas que supostamente gerou ? E, neste caso, é pertinente se falar em uma "Nova Sociedade de Consumo" ?
ENVIO DE TRABALHOS
PRAZO PARA ENVIO DE RESUMOS:
INSCRIÇÕES
Banco do Brasil - 01
Agência: 2861-4
Conta Corrente: 13627-1
Em nome de Maria de Fátima Ferreira Portilho (CPF 000.258.917-66)
INSTITUIÇÕES PROMOTORAS
Grupo de Pesquisa Sociedades e Culturas de Consumo
Escola Superior de Propaganda e Marketing ESPM
CAEPM - Centro de Altos Estudos em Propaganda e Marketing da ESPM
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
CDDA - Programa de Pós-Graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade(UFRRJ)
Universidade Federal Fluminense (UFF)
PPGA - Programa de Pós-Graduação em Antropologia daNEMO - Núcleo de Estudos da Modernidade
CAPES
BNDES
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior